Com que roupa eu vou?

Moda. O que passa pela sua cabeça ao ler essa palavra? Uma clássica combinação de peças como jeans e camiseta? Uma forma de expressão de sua personalidade? Uma indústria bilionária e possivelmente infinita e inabalável?

Grande parte das mulheres está envolvida de alguma forma com a beleza através, por exemplo, de sua vestimenta, sua maquiagem, seu perfume e estilo de ser. A área da beleza, moda e afins tem crescido gradativamente ao longo do tempo, inovando em texturas, cores e princípios. Tais inovações são realizadas para conseguir chegar mais perto de cada pessoa, “fisgando” sua particularidade, tentando conquistar por alguma cartela de cores ou por quantidade de paetês. Cada um de nós possui um estilo, uma personalidade, uma forma de se mostrar ao mundo. O universo fashionista busca nos auxiliar nessa exposição, e oferece, para quem quiser, uma válvula de escape para liberar todas as cores que residem dentro de nós. Profundo, não? Pois é. Pensando a respeito desse tema, procurei algumas portas de entrada para mostrar um pouco da moda para você, leitora.

Uma forma mais leve, descontraída e divertida para quem ainda está entrando nesse mundinho fascinante é vendo o filme: O Diabo Veste Prada – Ele visa mostrar a rotina de uma redação de uma revista de moda renomada, com um fundo de comédia para ninguém se assustar com os bastidores, hehe.

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Uma outra alternativa é ler o livro: O Essencial, da Costanza Pascolato – Com leitura de fácil entendimento, o livro te auxilia a entender que possuir um armário versátil é fundamental, porém, fazendo jus a frase: menos é mais. Com tal bagagem, você já pode ousar mais um pouco e migrar para uma terceira alternativa para assim, aflorar seu instinto fashionista.

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Para quem gosta de algo mais específico e direto, recomendo a série netflix: The September Issue – é um documentário realizado com a editora e diretora chefe da revista mais renomada do mundo, a Vogue. Através dele, você poderá entender um pouco mais como funciona uma edição mensal de revistas, junto de desfiles de alta costura e sessões de fotos milionárias.

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Espero que com essas sugestões, você possa ampliar seus horizontes, montar muitos looks em casa e ousar mais tanto na sua vestimenta quanto em sua forma de encarar a vida. Muitos julgam a moda uma área fútil, porém, eu e você sabemos que um corte de cabelo ou um vestido de bom caimento pode nos fazer poderosas… logo, inconscientemente, você também sabe que você já é poderosa por dentro, e só basta tal estímulo para desabrochar.

Obrigada por ter acompanhado,

beijos!

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A Bela e a Fera, você já leu a versão original?

Dia 17 de março estreia o novo filme da já conhecida história A Bela e a Fera, tendo Emma Watson como Bela. Bom, disso todo mundo já sabe. E também todo mundo meio que surtou vendo como essa versão está parecida (quase igual) à versão em desenho, de 1991, veja:

Ok, a história da Disney já é conhecida. Agora, você já parou pra ler a versão original? Vamos começar dizendo que ela pode ter sido baseada em uma história real de um espanhol, Pedro González, que apresentava uma mutação genética raríssima chamada hipertricose – conhecida como “síndrome de lobisomem”. A hipertricose causa o crescimento anormal de pelos no rosto e no corpo, com exceção das palmas das mãos e solas dos pés.

E da onde eu tirei tudo isso? Daqui:

Esse livro apresenta, além das versões original e clássica, fontes históricas e literárias de A Bela e a Fera.

A versão original, por Madame de Villeneuve, data em 1740 e a clássica, por Madame de Beaumont, de não muito tempo depois, foi escrita em 1756. Apesar disso, ambas são leituras leves, fáceis e agradáveis. Li em apenas dois dias, mas podia ter lido em um, não fosse por outros afazeres.

O conto original supera muito o clássico, com muito mais detalhes. E em ambos vão ser encontradas diferenças com a história da Disney. Aproveite o clima de ansiedade para a estreia do filme e leia, recomendo!

Halloween em cima da hora

Ano passado dei com antecedência aqui dicas de fantasias improvisadas para o Halloween e filmes de terror perfeitos para assistir na data. Esse ano realmente não deu, gente. Então, se você ainda não tem nada planejado mas quer comemorar o dia das bruxas assim mesmo, vista sua melhor roupa preta e vem comigo no passo a passo do Halloween improvisado.

1. Compre doces. Vá até o mercado/padaria mais próximo e encha sua cesta de balas, chocolates e outras gostosuras (a minha seleção pessoal tem 50 balas 7 Bello ♥)

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2. Chame os amigos e combine de verem filmes/séries juntos. Mas se eles não quiserem, não deixe de aproveitar, afinal, doces já são boas companhias.

3. No caso de querer fazer maratona de séries, separe a (ou as) que vai querer ver. Eu indico:

Stranger Things – essa série maravilhosa que, se você não viu, deve ver hoje mesmo e, se já viu, pode rever porque, como eu disse, é maravilhosa. Tem resenha aqui.

O Exorcista – ainda sem temporada completa, mas com cinco episódios perfeitos para quem ama terror (mais perfeitos ainda para hoje). Três motivos para ver a série aqui.

Supernatural – clássica, mas ignore a sexta temporada em diante. Final perfeito na 5ª. E é sempre bom rever os irmãos Winchester & Castiel ♥.

Com certeza você encontra outras séries boas na Netflix, mas essas são as que vi/vejo.

4. No caso de querer fazer maratona de filmes, separe o (ou os) que vai querer ver. Confira oito dicas aqui.

5. Espere anoitecer, pegue seus doces, ligue a TV, apague as luzes e divirta-se! 🙂

E, claro, leve (ou dê) muitos sustos! 😂

 

Luke Cage, a (semi) nova série da Netflix

Ontem eu (finalmente) terminei de assistir à série Luke Cage, mais uma produção em parceria da Netflix com a Marvel. Depois de ter assistido DemolidorJessica Jones (na segunda o personagem Luke, inclusive, aparece), esperava fazer uma maratona e terminar a primeira temporada no mesmo final de semana da estreia. Mas acabou não sendo bem assim.

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O ritmo dos episódios é bastante lento e isso me fez demorar a entrar no clima do seriado. Na verdade, me pegava empolgada com dois episódios e a lentidão voltava. Além disso, logo no início fiquei meio confusa porque parecia não ter nada a ver com a aparição dele em Jessica Jones.

No desenrolar da história, tudo é explicado, mas, novamente, em episódios lentos e por vezes arrastados. Não é uma série ruim, mas também não prende a atenção logo nos primeiros episódios – pelo menos a minha não prendeu. Eu tinha criado uma expectativa de sequências tensas e muita ação, o que não acontece.

Apesar disso, já que tinha começado a ver, resolvi insistir e ir até o final, que é a grande salvação. Os últimos episódios são tensos e o final deixa aquela super curiosidade típica das séries da Netflix.

Resumindo, é uma boa série, mas não é uma das melhores que já vi. No quesito Marvel, Jessica Jones Demolidor superam Luke Cage de longe.

THE NIGHT OF: A a salvação dos dramas da HBO?

Por Fernanda Riker

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Conhecida por ter as melhores séries dramáticas, tendo em seu currículo Família Soprano e The Wire, a HBO não tem conseguido engatar em nenhuma nova produção desse gênero. Com o cancelamento de Vinyl e uma segunda temporada bem mais ou menos de True Detective, o canal ia viver um momento meio difícil após o fim de Game of Thrones.

Isso mesmo, eu disse “ia”. Isso porque “The Night Of” parece que veio para ocupar a dose de drama que a emissora precisa! É uma minissérie criminal do jeitinho que eu gosto, só que com diálogos, atuações, fotografia e direção de nível A++++++. Em certos momentos eu achei um pouco lenta, mas nada superou a minha curiosidade para saber o que ia acontecer no final da temporada. Ao que tudo indica, a produção vai subir de status, ganhando uma segunda temporada e sendo classificada como série (espero que a HBO não decepcione como fez com True Detective).

Acho que essa não é uma série unânime. Por ser lenta e meio escura, entendo que algumas pessoas não vão gostar. Já eu, vejo essa lentidão como uma forma de criar mais suspense e  tensão, que vão crescendo a cada detalhe das cenas. Falando em detalhe, os posicionamentos de câmera não incríveis e que instigam o espectador e prestar atenção em tudo para tentar montar o quebra-cabeça que a produção propõe.

Após uma breve intro, vamos ao enredo:

Nasir Khan (Naz) é filho de paquistaneses, nerd e todo certinho. Certo dia ele é chamado para ir numa festa e, como o seu amigo cancelou com ele e não tinha como ir, ele roubou o táxi do pai. Por não saber como apagar a luz que significa que o táxi está livre, algumas pessoas entram no carro e ele é obrigado a expulsá-las. Até que entra uma Andrea, uma jovem nitidamente (pelo menos pra mim) perturbada. Ele, porém, acaba cedendo aos pedidos dela e a leva para o destino desejado. Depois de muitas conversas, álcool e drogas, tudo foge do controle. No final das contas a garota morre e Naz é apontado como principal suspeito.

Atualmente, a primeira temporada tá disponível no NOW. Eu amei e acho que quem gosta da temática criminal também vai amar.